Bom dia gente querida!
Hoje inicio minhas participações no blog com grande satisfação. Espero contribuir com informações, novidades, livros. Minhas postagens, infelizmente, ainda não serão diárias. Conto com a participação de todos para esta nova ativiadade.
Beijos a todos
Viviane
quinta-feira, 21 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Caracteres dos Milagres
A Gênese - Capítulo XIII
Na acepção etimológica, a palavra milagre (de mirari,admirar) significa: admirável, coisa extraordinária, surpreendente. A Academia definiu-a deste modo: Um ato do poder divino contrário às leis da Natureza, conhecidas. Na acepção usual, essa palavra perdeu, como tantas outras, a significação primitiva. De geral, que era, se tornou de aplicação restrita a uma ordem particular de fatos.
No entender das massas, um milagre implica a idéia de um fato extranatural; no sentido teológico, é uma derrogação das leis da Natureza, por meio da qual Deus manifesta o seu poder. Tal, com efeito, a acepção vulgar, que se tornou o sentido próprio, de modo que só por comparação e por metáfora a palavra se aplica às circunstâncias ordinárias da vida. Um dos caracteres do milagre propriamente dito é o ser inexplicável, por isso mesmo que se realiza com exclusão das leis naturais. É tanto essa a idéia que se lhe associa, que, se um fato milagroso vem a encontrar explicação, se diz que já não constitui milagre, por muito espantoso que seja. O que, para a Igreja, dá valor aos milagres é, precisamente, a origem sobrenatural deles e a impossibilidade de serem explicados. Ela se firmou tão bem sobre esse ponto, que o assimilarem-se os milagres aos fenômenos da Natureza constitui para ela uma heresia, um atentado contra a fé, tanto assim que excomungou e até queimou muita gente por não ter querido crer em certos milagres. [...] O Espiritismo, pois, vem, a seu turno, fazer o que cada ciência fez no seu advento: revelar novas leis e explicar, conseguintemente, os fenômenos compreendidos na alçada dessas leis. Esses fenômenos, é certo, se prendem à existência dos Espíritos e à intervenção deles no mundo material e isso é, dizem, o em que consiste o sobrenatural. Mas, então, fora mister se provasse que os Espíritos e suas manifestações são contrárias às leis da Natureza; que aí não há, nem pode haver, a ação de uma dessas leis. O Espírito mais não é do que a alma sobrevivente ao corpo; é o ser principal, pois que não morre, ao passo que o corpo é simples acessório sujeito à destruição. Sua existência, portanto, é tão natural depois, como durante a encarnação; está submetido às leis que regem o princípio espiritual, como o corpo o está às que regem o princípio material; mas, como estes dois princípios têm necessária afinidade, como reagem incessantemente um sobre o outro, como da ação simultânea deles resultam o movimento e a harmonia do conjunto, segue-se que a espiritualidade e a materialidade são duas partes de um mesmo todo, tão natural uma quanto a outra, não sendo, pois, a primeira uma exceção, uma anomalia na ordem das coisas. [...]
Na acepção etimológica, a palavra milagre (de mirari,admirar) significa: admirável, coisa extraordinária, surpreendente. A Academia definiu-a deste modo: Um ato do poder divino contrário às leis da Natureza, conhecidas. Na acepção usual, essa palavra perdeu, como tantas outras, a significação primitiva. De geral, que era, se tornou de aplicação restrita a uma ordem particular de fatos.
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| A Gênese |
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Evangelho - O Maior dos Mandamentos
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| O Evangelho Segundo o Espiritismo |
“Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós”, é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal respeito, que tomar para padrão, do que devemos fazer aos outros, aquilo que para nós desejamos. Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência e devotamento para conosco, do que os temos para com eles? A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo." [...]
Para saber mais sobre o tema clique aqui e leia O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Livro dos Médiuns - Introdução
Todos os dias a experiência nos traz a confirmação de que as dificuldades e os desenganos, com que muitos topam na prática do Espiritismo, se originam da ignorância dos princípios desta ciência e feliz nos sentimos de haver podido comprovar que o nosso trabalho, feito com o objetivo de precaver os adeptos contra os escolhos de um noviciado, produziu frutos e que à leitura desta obra devem muitos o terem logrado evitá-los.
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| O Livro dos Médiuns Clique para ampliar |
Natural é, que entre os que se ocupam com o Espiritismo, o desejo de poderem pôr-se em comunicação com os Espíritos. Esta obra se destina a lhes achanar o caminho, levando-os a tirar proveito dos nossos longos e laboriosos estudos, porquanto muito falsa idéia formaria aquele que pensasse bastar, para se considerar perito nesta matéria, saber colocar os dedos sobre uma mesa, a fim de fazê-la mover-se, ou segurar um lápis, a fim de escrever.
Enganar-se-ia igualmente quem supusesse encontrar nesta obra uma receita universal e infalível para formar médiuns. Se bem cada um traga em si o gérmen das qualidades necessárias para se tornar médium, tais qualidades existem em graus muito diferentes e o seu desenvolvimento depende de causas que a ninguém é dado conseguir se verifiquem à vontade. As regras da poesia, da pintura e da música não fazem que se tornem poetas, pintores, ou músicos os que não têm o gênio de alguma dessas artes. Apenas guiam os que as cultivam, no emprego de suas faculdades naturais. O mesmo sucede com o nosso trabalho. Seu objetivo consiste em indicar os meios de desenvolvimento da faculdade mediúnica, tanto quanto o permitam as disposições de cada um, e, sobretudo, dirigir-lhe o emprego de modo útil, quando ela exista. Esse, porém, não constitui o fim único a que nos propusemos. [...]
Para saber mais sobre o tema clique aqui e leia O Livro dos Médiuns.
Para saber mais sobre o tema clique aqui e leia O Livro dos Médiuns.
A Gênese - Introdução
Esta nova obra é mais um passo dado ao terreno das conseqüências e das aplicações do Espiritismo. Conforme seu título o indica, tem ela por objeto o estudo dos três pontos até agora diversamente interpretados e comentados: a Gênese, os milagres e as predições, em suas relações com as novas leis que decorrem da observação dos fenômenos espíritas.
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| A Gênese Clique para ampliar |
Dois elementos, ou, se quiserem, duas forças regem o Universo: o elemento espiritual e o elemento material. Da ação simultânea desses dois princípios nascem fenômenos especiais, que se tornam naturalmente inexplicáveis, desde que se abstraia de um deles, do mesmo modo que a formação da água seria inexplicável, se se abstraísse de um dos seus elementos constituintes: o oxigênio e o hidrogênio.
Demonstrando a existência do mundo espiritual e suas relações com o mundo material, o Espiritismo fornece a chave para a explicação de uma imensidade de fenômenos incompreendidos e considerados, em virtude mesmo dessa circunstância, inadmissíveis, por parte de uma certa classe de pensadores. [...]
Para saber mais sobre o tema clique aqui e leia A Gênese.
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Das paixões
907. O princípio das
paixões, sendo natural, é mau em si mesmo?
908. Como definir o
limite em as paixões deixam de ser boas ou más?
- Não. A paixão está no
excesso provocado pela vontade, pois o princípio foi dado ao homem para o bem e
as paixões podem conduzi-lo a grandes coisas. O abuso a que ele se entrega é
que causa o mal.
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- As paixões são como um
cavalo que é útil quando governado e perigoso quando governa. Reconhecei, pois,
que uma paixão se torna perniciosa no momento em que a deixais de governar e
quando resulta num prejuízo qualquer para vós ou para outro.
As paixões são alavancas
que decuplicam as forças do homem e o ajudam a cumprir os desígnios da
Providência. Mas se em vez de as dirigir, o homem se deixa dirigir por elas,
cai no excesso e a própria força que em suas mãos poderia fazer o bem, recai
sobre ele e o esmaga.
Todas as paixões têm seu
princípio num sentimento ou uma necessidade da Natureza. O princípio das
paixões não é portanto um mal, pois repousa sobre uma das condições providenciais
de nossa existência. A paixão propriamente dita é o exagero de uma necessidade
ou de um sentimento; está no excesso e não na causa; e esse excesso se torna
mau quando têm por conseqüência algum mal.
Toda paixão que aproxima
o homem da Natureza animal o afasta da Natureza espiritual. Todo sentimento que
eleva o homem acima da Natureza animal anuncia o predomínio do Espírito sobre a
matéria e o aproxima da perfeição.
(Kardec, 1987, p.361-362)
Kardec, Allan. O Livro
dos Espíritos. São Paulo: LAKE, 1987.
Para saber mais sobre o tema clique aqui e leia O Livro dos Espíritos.
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Sorte das crianças após a morte
197. O Espírito de uma
criança morta em tenra idade é tão adiantado como o de um adulto?
197-a. O Espírito de uma
criança pode então ser mais adiantado que o de seu pai?
- Às vezes bem mais,
porque pode ter vivido muito mais e possuir maiores experiências, sobretudo se
progrediu.
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- Isso é bastante freqüente;
não o vedes tantas vezes na Terra?
198. O Espírito da
criança que morre em tenra idade, não tendo podido fazer o mal, pertence aos
graus superiores?
- Se não fez o mal,
também não fez o bem, e Deus não o afasta das provas que deve sofrer. Se é
puro, não é pelo fato de ter sido criança, mas porque já se havia adiantado.
199. Por que a vida se
interrompe com freqüência na infância?
- A duração da vida da
criança pode ser, para o seu Espírito, o complemento de uma vida interrompida
antes do termo devido, e sua morte é frequentemente uma prova ou uma expiação
para os pais.
199-a. Em que se
transforma o Espírito de uma criança morta em tenra idade?
- Recomeça uma nova existência.
(Kardec, 1987,
p.132-133)
Kardec, Allan. O Livro
dos Espíritos. São Paulo: LAKE, 1987.
Para saber mais sobre o tema clique aqui e leia O Livro dos Espíritos.
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